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Curaçao (4) – Willemstad | Felipe Menhem
11 de maio de 2013 Felipe

Curaçao (4) – Willemstad


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Willemstad: Punda, a ponte Rainha Emma e o sol.

(Voltando a falar de coisa boa)

(O post sobre Willemstad é a parte final sobre Curaçao. Se quiser, leia sobre o país, as praias e a comida).

Imagino que Willemstad, a capital de Curaçao, deve ocupar pelo menos um terço da ilha. Do aeroporto até a área do hotel, até um bocado pra leste depois da baía. Mas o que interessa mesmo, pelo menos para a esmagadora maioria dos turistas é o centro. É a parte bonitinha, que o Google Images pode te mostrar (e essa foto de destaque também). O centro é dividido em dois bairros: Punda e Otrobanda, tipo “Ponta” e “Outro Lado”. Eles são conectados pela ponte Rainha Emma, uma construção de madeira feita em cima de cascos. Em uma ponta, uma dobradiça. Na outra, dois motores a Diesel. Se alguma embarcação precisa entrar na baía, toca-se um sino e a ponte é recolhida. Ao que parece, só veículos de serviço podem cruzar a ponte. O resto do trafego motorizado usa a ponte Rainha Beatriz, alta o suficiente para a passagem de transatlânticos.

Queen Emma Pontoon Bridge

Queen Emma Pontoon Bridge

Fora o jantar no The Wine Cellar, fomos duas vezes ao centro, a primeira no comecinho da noite de terça. Menos de dez minutos de carro e já estávamos em Otrobanda. Aliás, registre-se: A ida para o restaurante foi a única onde tive que parar no meio da cidade para pedir informação, de resto, como já dissemos, dirigir em Curaçao é muito tranquilo.

Pois bem, voltando. Paramos o carro perto de um campo de beisebol que fica ao lado do Renaissance. Neste momento mostrei como gosto de transgredir as regras (mentira). Várias placas reforçam que as proximidades do campo são uma “foul ball area”, ou seja, pode ser que uma bola de beisebol, lisinha e levinha como só ela, pode cair na sua cabeça (ou no seu carro, se você for sortudo). Pare por sua própria conta e risco. Eu parei e foi tranquilão. 🙂

Sobre o Renaissance: Até consideramos nos hospedar lá, mas era na entrada da baía (uma das fotos que vimos do hotel era desanimadora: um imenso transatlântico cobrindo a visão do mar) e tem uma praia artificial, o que é um contrasenso. Mas é um hotel bacana, novo, aparentemente com um bom casino e bem localizado. Colado no hotel o Rif Fort, um forte convertido em shopping aberto. Atravessamos ele e já estávamos perto da falada ponte flutuante.

Curioso que a primeira impressão não foi tão legal. A noite deixa a região meio vazia e bateu uma sensação de insegurança, talvez porque não era um luar familiar para a gente. De quebra, vimos um “puliça” local dar um baculejo num moleque, o que também não colabora muito para a noção de segurança. Atravessamos a ponte, andamos pelos restaurante que margeiam o canal em Punda, voltamos para Otrobanda e jantamos no Zoya (cozinha internacional sem grandes coisas, exceto pela simpatia do chef e da gerente).

Na sexta, 12/04, durante o dia, a impressão foi outra. Ruas cheias, calor suportável, turistada a mil, muita vida local: trânsito, alunos voltando da escola, pessoas apressadas. Fizemos a mesma logística de ida e estacionamento, atravessamos e demos uma boa volta em Punda. Foi bem bacana. Além do Plasa Bieu, conhecemos também o mercado flutuante e o Indoor Market, que na sua estrutura até parecia o Mercado Central de BH (e essa nossa vida de fazer referências), mas era bem mais simples.

Willemstad - Punda

Willemstad – Punda

Perto da ponte existem algumas boas lojas, com produtos inclusive mais baratos que nos free shops de aeroportos. Eu perdi a chance de comprar uma câmera GoPro 3, por exemplo. Sobre as compras, uma dica. Recomendamos não deixar para última hora, porque as lojas fecham aos domingos. Em nossa programação, ele seria dedicado para as lembranças e badulaques e não contávamos com esse fechamento. Ou seja, fomos obrigados a ficar na piscina do hotel até a hora de ir para o aeroporto. Vida dura.

Conclusão

No geral, reforço. Curaçao é muito recomendada. Excelentes pessoas, bons preços, pessoas amáveis, fácil de chegar. Ficamos seis dias, mas imagino que uns dez dias sejam ideais. Fosse esse o período, seria possível pagar 670 reais por passagens ida e volta, pela Copa Airlines. O contra-tempo seria ficar 20 horas no Panamá.

Portanto, arrume as férias, marque as passagens e vá! Depois, volte aqui pra me contar. 😉

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Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

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