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Curaçao (2) – A comida | Felipe Menhem
22 de abril de 2013 Felipe

Curaçao (2) – A comida


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Cerveja e Cardápio no Plaza Bieu

(Se quiser, leia sobre o país, as praias e Willemstad, a capital).

No meio da correria do casamento, achei espaço para pesquisar quais eram os restaurantes que o Trip Advisor me recomendava em Curaçao. Fiz reserva para jantar nos dois melhores, Landhuis Misje e The Wine Cellar. O resto das refeições deixamos em aberto. E posso dizer que acertamos em quase todos, com exceção de um.

Em linhas gerais, saiba que come-se bem no país. Desde a comida criolla até restaurantes franceses, caso do The Wine Cellar e tudo no meio disso. Estamos desconfiados que a ilha tem os maiores camarões do planeta, porque não há miséria nesse aspecto. As praias que fomos também oferecem algumas opções de lanches rápidos, que vão de camarões até sanduíches.

Se você tiver preguiça de ler tudo, saiba o seguinte: O primeiro, Landhuis Misje, é de cozinha contemporânea. O segundo, The Wine Cellar, é um francês “sofisticadíssimo” e bem acessível. Aliás, comer em Curaçao não é caro, o que é um alento e um choque, principalmente quando se compararmos com São Paulo, essa cidade que enfia a faca com gosto.

Landhuis Misje

Segundo o Trip Advisor, o Landhuis Misje é o melhor restaurante de Curaçao.

Fomos na quarta-feira, 10. Fiz uma reserva por e-mail, cerca de dois meses atrás, e não havia pedido nada de especial, somente uma boa mesa para celebrar a lua de mel. O caminho até o Landhuis Misje é longo. São 40 quilômetros a partir do hotel, até Westpunt, a ponta oeste de Curaçao (dã). O recepcionista do hotel nos disse que chegariamos lá em 25, 30 minutos, sem tráfego. Pergunto qualé o limite de velocidade no país, porque sei lá, vai que seriam 25 minutos a 200 km/h. “Não tem limite! Mas pode andar mais ou menos a 70, 80 QUILÔMETROS POR HORA (com ênfase na unidade de medida)”. Ok, era o que eu ia fazer mesmo.

É uma das melhores experiências na ilha. O restaurante não deve ter mais do que umas 15 mesas e nos colocaram na mais bonita do lugar. “É a mesa do amor”, nos disse o garçom. Acho que meu pedido foi atendido. Atendimento muito cordial, por sinal. Logo de cara, nos ofereceram o drink da casa, uma sangria muito bem feita.

O Landhuis Misje serve comida contemporânea. Cardápio não muito extenso e sempre uma opção de pescado do dia, que no nosso caso era o Red Snapper. Vale o registro, nunca vi esse peixe no Brasil. Carol pediu um ceviche de peixe branco, excepcional, de entrada e eu fui de Hummus de feijão branco com pão árabe. Excelente também. Para o prato principal, uma massa com camarões para a Carol e peixe ao forno acompanhado de legumes para mim. A sobremesa foi um creme brulée que mais parecia um pudim de leite condensado, mas muito bom.

The Wine Cellar

Eu tenho uma tia muito sofisticada. Todas as vezes que vamos almoçar na casa dela, sem exceção, somos agraciados com boa comida e bons vinhos. E esta foi a sensação quando jantamos no The Wine Cellar, na quarta, 11. O número 2 de Curaçao é, sem dúvidas, o mais chique. Localizado em Punda (um dos lados do centro de Willemstad), o restaurante serve comida francesa e o atendimento é impecável, da entradinha (em francês-gastro-fresco, amuse-bouche) até o licor com bombons do final. Tudo é tão bonitinho e bacana que logo pensei que a conta seria a mais cara de todos os tempos.

Carol pediu um coquetel de camarões cujos bichos eram do tamanho de uma Brasília 79, de tão grandes. De prato principal, eu fui novamente de peixe na cama de legumes (igual, porém diferente) e Carol de costela de cordeiro com alecrim e geleia de menta. Pedimos uma garrafa de vinho pra acompanhar. Total da conta: 130 dólares. 260 reais pelo melhor restaurante do país. Em São Paulo, come-se pior por este preço (ou mais).

Plasa Bieu

Detalhe do Plasa Bieu

Detalhe do Plasa Bieu

Curiosamente, o sétimo melhor restaurante é o Plasa Bieu, o mercado local de Curaçao. Paramos para almoçar lá na sexta, 12, durante o tour por Willemstad. É o restaurante preferido dos locais. Comida mega típica, excelente e barata. Não é um lugar muito grande. São menos de dez restaurantes e não mais que 40 mesas comunitárias. Paramos em frente ao “Una Grasa de Dios” e o dono, em um português esforçadíssimo disse que “seria uma honra se a gente quisesse almoçar em seu restaurante”. Sentamos e pedimos duas Polar para tentar amenizar o calor. Quando ele veio anotar o pedido, Carol perguntou qual era o prato mais típico. “Guisado de Cabrito com Polenta”. E essa foi sua escolha.

Guisado de cabrito com polenta - Plasa Bieu - Curaçao

Guisado de cabrito com polenta – Plasa Bieu – Curaçao

Eu fui mais comedido, pedi um filé de peixe com arroz, feijão e legumes. Veio esta belezinha da foto abaixo.

Filé de peixe com arroz, feijão e legumes

Filé de peixe com arroz, feijão e legumes

Tudo muito gostoso, bem feito e bem apimentado. Falando nisso, havia um casal que almoçava na nossa mesa e o rapaz pediu a pimenta da casa. Ela vem picadinha, quase como um vinagrete, e o cara coloca doses generosas em seu prato. Eu, na minha solicitude mineira, pergunto se a pimenta era forte. “Ah, mais ou menos”. Coloco um pouco misturado no arroz e feijão, para dar aquela mascarada. Na primeira garfada, descubro que era a pimenta mais forte do planeta. Meu amigo olha a minha cara de espanto, abre um sorriso e diz: “Gostosa, né?”. Muito.

Finalmente, a bola fora

Nessa mesma sexta, voltamos para o hotel depois do almoço e ficamos fazendo a digestão na piscina. Depois ficamos beliscando coisinhas no quarto, em uma tremenda indecisão se devíamos sair ou não para jantar. Decidimos que sim e, na preguiça, escolhi um restaurante colado no hotel, o indonésio Templo Doeloe. Sem a menor ideia do que pedir, resolvemos encarar o menu degustação pequeno, composto de 13 (!) pratos. Amigos, que experiência. Comida estranha, com cara esquisita. Um tal de molho de soja que parecia piche, tudo excessivamente temperado e forte. Provamos todos os 13 pratos e ainda ficamos com fome, obviamente. Quando a garçonete se aproximou e perguntou o que havíamos achado, Carol deu a maior tergiversada da história. “Nossa, não estávamos esperando tanto sabor e tanta comida em uma noite só“. A garçonete achou o máximo, já eu e a Carol, nem tanto. Pelo menos, serviu pra contar uma boa história.

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Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

Comments (4)

  1. Carolina

    Nossa experiência gastronômica na ilha foi realmente muito boa…restaurantes excelentes, atendimento idem!

    Sou mais aventureira que o Felipe no que se trata de comida, mas no final, ele experimentava meus pratos e tb curtia…

    Além dos lindos camarões, vale destacar a carne da ilha, muito especial tb… Ainda temos que saber de onde ela vem p ser tão saborosa e macia.

    Um destaque merecido tb fica com o hambúrguer e batata frita com maionese.

    O restaurante indonésio e um capitulo a parte, com um lugar bem bonito e uma comida das piores que já comi na minha vida, praticamente incomivel…

    Mas no geral, valeu muito….

  2. Nossa, adorei o relato!!! Que delícia! Provavelmente eu iria nos pedidos dos dois, gostei do cabrito com polenta e da entrada de feijão branco, e nem precisa falar da descrição dos coqueteis de camarões e peixes variados.

    Adorei a foto do mercado, mas não é novidade, esse clima de mercado é muito sedutor.

    Legal demais, e relato maravilhoso, Flip. Parabéns!

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