11 de dezembro de 2015 Felipe

O fim e o começo

Todos nós durante o Team Building feito em junho/2015.

(Finalmente consegui terminar)

Só para não deixar em branco, em 1º de dezembro o escritório da WorldSkills São Paulo 2015 foi fechado aqui em São Paulo. Foi o fim de um projeto que foi intenso e deu um orgulho monumental de ter feito parte. Foram 625 dias vivendo a maior experiência profissional que já tive, até hoje.

Aliás, post de despedida da Ciatech, afirmei que aquela tinha sido a minha experiência mais completa… até hoje! Obviamente, a da WorldSkills passou. E eu espero que todas sejam assim. Sinal de que estamos aprendendo.

E não faltou aprendizado. Um projeto desse tamanho te faz ser colocado a prova todos os dias, em todas as frentes. Porque não bastou ser só bom no que fui chamado para fazer, era preciso ser bom nas relações interpessoais, no mindset de trabalho, na resiliência. O escritório foi uma mistura de experiências, culturas e gerações. O que foi bom e ruim. Porque juntou a turma que veio do mercado, com gente com anos de SENAI, pessoas em São Paulo, pessoas em Brasília, pessoas no mundo todo, gente acostumada a fazer grandes eventos, gente que não estava acostumada com isso. Todo o tipo de opostos reunidos no mesmo lugar. Se eu presumia que o trabalho remoto poderia dar certo, hoje tenho certeza.

Mas acabou e fizemos um trabalho maravilhoso, digno de portfólios e perfis do LinkedIn. 😉 Claro, não sem drama e dificuldades. E aí entra um ponto fundamental, o sentimento de equipe e proteção. Poucas vezes vi isso em um time. As pessoas realmente se preocupavam umas com as outras e todo mundo se apoiou nas horas mais difíceis. Muito mais do que a experiência profissional, estou levando essas pessoas comigo pra vida.

Fico muito feliz de ter feito parte disso tudo. Pude me descobrir e me reinventar como profissional e tive a chance de dar vazão à criatividade, já que consegui fotografar e criar um bocado durante o tempo que rolou o projeto.

E o que vai acontecer agora?

42formas para fazer diferente

Junto com dois amigos, Marcos Arthur e Bethania Duarte, vou tocar o nosso próprio negócio, a 42formas. Nosso foco é a educação corporativa, com foco no online. O Marcos já está em tempo integral na empresa, e agora é a minha vez. Na 42, pesquisamos novas formas de ensinar e aprender, novas maneiras de transmitir conteúdo. Gostamos de trabalhar com pessoas de formações e lugares diferentes.

Ser dono do próprio nariz pela primeira vez traz um mix de sentimentos conflitantes: medo, tranquilidade, ansiedade e gratidão. Mas estou confiante de que vai dar certo. 😉

Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

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