Algumas madrugadas atrás, quando o sol ainda transitava em Sagitário, a Maria Tereza nasceu.
Um momento com similaridades (tipo as longas e ansiosas horas do trabalho de parto) e diferenças (levar uma bebê para casa 36 horas depois do nascimento) em relação ao do Samuel.
Eram 4h51 quando vi essa mãozinha e todo o corpinho besuntados de vérnix, saindo do campo cirúrgico para o conforto dos braços e colo da Carol. A visão ficou embaçada vendo este primeiro encontro de uma filha esperada com sua mãe, uma mulher forte e que conduziu todo o processo de uma forma linda.
Sua chegada reforça o que vinha pensando nos últimos meses sobre ser presente. Quero dar suporte e acompanhar suas descobertas e construções na companhia do irmão mais velho, dos primos e prima.
Fico feliz que ela nasceu com o presente de estar rodeada por tantas pessoas queridas. Uma rede familiar, de suporte e afeto que me enche de orgulho.
E se é preciso uma aldeia inteira para educar uma criança, espero que ela saiba que irei fazer a minha parte para que esse espaço seja mais colorido e cordial.
Seja bem-vinda, meu amor. Te prometo piadinhas, brincadeiras, caminhadas para explorarmos esse mundão.
Ademais, posso colocar na minha biografia que sou pai de duas crianças lindas e que as quatro mulheres mais importantes da minha vida (mãe, irmã, esposa e filha) são sagitarianas. Estava escrito nas estrelas.
