28 de maio de 2012 Felipe

Ah, a Cometa

Viação CometaUm mito comum nas estradas brasileiras é de que os motoristas da Cometa são famosos pelo pé pesado. E curiosamente, nesses quase dois anos de São Paulo, meus trajetos rodoviários para BH foram quase todos feitos nos carros azuis. Só viajei uma vez de Gontijo. Fora sustinhos pontuais nas curvas, nunca passei nenhum perrengue.

Escutei o diálogo abaixo na última sexta, durante a parada na Lanchonete 130, em Camanducaia. Acho que é hora de rever meus conceitos.

Passageiro: “Ô motô, cê tá correndo demais!”
Motorista: “Ah, estou? Você nunca andou de Cometa não?”

(silêncio)

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Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

Comments (2)

  1. Aquele Cometa clássico tinha carroceria de alumínio e motor Scania potente. O fundador da empresa era um aviador italiano. Durante muito tempo, ela foi referência não só em velocidade como em medicina do trabalho: o processo de seleção dos motôs era rigorosíssimo. Bala demais.

  2. André

    Em setembro do ano passado viajei de BH p/ Sampa, ida e volta de Cometa.
    Na ida, fui num dos novos ‘Double Decker’, mas na volta, que ocorreu em um dos “Reis da Estrada” – O Flecha Azul – senti a diferença, pois mesmo com 46 lugares, estava bem confortável na poltrona. Isso sem falar do motorista subindo a serra depois que saiu de Sampa, deixando todo mundo pra trás.

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