8 de março de 2012 Felipe

Luaninha aplicada no trânsito paulistano

Momento comédia do dia, mas que mostra o nível de stress do paulistano. Passando na Sargento Mário, um carro diminui a velocidade para entrar no quartel. Atrás, numa EcoSport, uma loirinha buzina e reclama da atitude: “Ah, não, caralho!”. Alheio, passo pela esquerda, solto um “Calma, moça!” e sigo meu caminho.

Qual não é a minha surpresa ao ver a moça emparelhando comigo, abrindo o vidro, falando “Vai se foder, (inaudível)!” e acelerando o carro com toda força. Faço um aceno de mão amigável e recebo um dedo do meio como resposta. Aliás, esse comportamento é engraçado, independente dos agentes. As pessoas xingam com a certeza de que jamais verão o outro lado novamente. Era o pensamento dela, até ver que estávamos juntos novamente no cruzamento, uns 15 segundos depois.

Ela não teve coragem de olhar na minha cara, obviamente. Ela ficou presa no engarrafamento, eu segui minha vida.

Sei não, mas pelo comportamento (palavrão + dedo do meio) se não tive uma altercação com a Luana Piovani, pelo menos foi com a doppelgänger dela. 🙂

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Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

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