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26 de fevereiro de 2012 Felipe

#vadebike

Aproveitei a semana que estava com uma câmera uma GoPro emprestada para fazer alguns vídeos dos meus deslocamentos de bicicleta. Na terça, dia 7, no meu tradicional trajeto entre o trabalho e a cerveja semanal na Vila Madalena, tive a sorte de passar por um trânsito horroroso nos Jardins. Tinha chovido muito em São Paulo e vários sinais ficaram desligados, contribuindo ainda mais para o caos.

Enfim, acelerei um pouco o vídeo, fiz uma edição meia boca, pus uma musiquinha e o resultado foi esse:

Não contei a quantidade de veículos que deixei pelo caminho, mas acredito que tenham sido mais de cem. Ou seja, em São Paulo, na grande maioria das vezes, o carro é um veículo inviável para o deslocamento diário. O trajeto filmado tem pouco mais de 3km e precisei de menos de 15 minutos para isso. Eu entendo que ter carro é status, mas basta entender que trocar o carro por outro meio de transporte (seja o ônibus, a bicicleta ou mesmo andar a pé) pode significar qualidade de vida.

Alguns amigos comentaram do meu estilo “Vida Loka”, já que eventualmente ando no corredor de carros. De vez em quando é necessário e isso é muito tranquilo quando o trânsito está totalmente parado. Os adeptos do Mountain Bike dizem que isso é um single track urbano.

Vale ressaltar que meu caso é mais tranquilo, porque trabalho a 3,5km de casa, num trajeto onde o primeiro quilometro é uma descida e o restante é plano, ou seja, não fico suado. Ainda assim, levo na mochila uma roupa para usar na volta pra casa (ou na ida para o boteco). Aposto que muita gente iria aderir à bicicleta se as empresas oferecessem o mínimo de estrutura (um vestiário com chuveiro). O que pouca gente enxerga é que usar a bicicleta como meio de transporte é também um exercício agregado. E só para deixar claro, eu volto de metrô do bar. 🙂

Ah, é curioso ver que um dos meus vídeos no YouTube é também um time-lapse, mas de carro, enquanto dirigia em BH.

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Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

Comments (2)

  1. Eu queria muito que a minha empresa fornecesse o mínimo de estrutura para eu poder usar a bike. Moro a 13km do trabalho, num trajeto mais ou menos plano (algumas inclinações positivas e negativas que se compensam, nada muito dramático). Não há a menor condição de trabalhar sem antes tomar um banho após um trajeto com essa extensão.

    • Felipe

      Esse é um dos maiores problemas, Leandro. A falta de estrutura. Não adianta encher as cidades de ciclovias se não houver essa estrutura nas empresas.

      Em tempo, com chuveiro e um escaninho você trocaria o carro pela bicicleta?

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