11 de outubro de 2011 Felipe

Transportando minha bicicleta

Bicicleta no metrô

Minha bicicleta no Tietê, ontem. Estava esperando o metrô pra casa.

Um post rápido pra dizer que se fosse tão fácil, teria feito o “carreto” da minha bicicleta antes.

Depois de andar algumas semanas com a bicicleta do meu primo, me senti corajoso o suficiente pra trazer a minha. Os motivos são vários: Fazer o trajeto até o trabalho em 15 minutos, poder levar a bicicleta no trem e metrô fora do horário de pico (a verdadeira experiência modal), conhecer melhor a cidade.

Agora, só não sabia que seria tão simples. No Terminal Rodoviário do Tietê, perguntei para o funcionário da Cometa o que precisava fazer para trazer minha bicicleta. “Nada, só colocá-la no bagageiro”, ele respondeu. Depois, desci até o Guarda Volumes e me certifiquei que era possível (e seguro) deixar a bicicleta lá ao longo do dia. É possível e só iria me custar dez reais.

No domingo, já em Belo Horizonte, peguei a bicicleta e desci pedalando até a Rodoviária. Passei pela N. Senhora do Carmo, Ciclovia da Prof. Morais (gracinha demais, registre-se) e Afonso Pena. Em menos de 20 minutos estava na plataforma de embarque. Foi bom demais ver o desdém dos funcionários de pista da Cometa. Trataram a minha magrela como se fosse uma mala, sem perguntar nada. Colocaram-a com carinho no bagageiro e subi feliz.

Cheguei em São Paulo, peguei a bicicleta e deixei no Guarda Volumes. Retornei a noite para pegá-la. Tudo muito simples e sem nenhum stress. Agora é só curtir!

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Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

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