28 de abril de 2011 Felipe

Sobre posturas e tal

Antes de mais nada, isso é tão somente um devaneio. Não reflete minha opinião como empregado, mas como profissional de comunicação.

Aí eu me pego desenvolvendo um Manual de Boas Práticas para interações online. Tudo para evitar que por inocência, as pessoas soltem alguma mensagem no Twitter ou no Facebook com um significado atravessado. Aí eu pensei que no “Maravilhoso Mundo de Felipe Menhem”, onde sempre há bom senso e razão, isso não aconteceria. Vou dar um exemplo.

Imagine que Empresa X seja um dos nossos maiores clientes. Se eu falo mal dela nesse espaço, sou eu, Felipe, brigando com o ela e não o profissional falando mal de um cliente. É preciso ter esse discernimento, mas nem sempre é assim. Principalmente depois daquele caso catatônico da Locaweb.

Nos Estados Unidos, pelo menos no lado jurídico, dizem que as coisas funcionam assim. Se a Dell entra com um processo contra a Microsoft, não significa que uma ache a outra picareta, mas sim que naquela questão específica é necessária uma outra opinião (no caso, a de um juiz). No resto, a vida segue. O caminho talvez seja mais ou menos por aí.

A linha é tênue de qualquer maneira. A confusão entre pessoal e profissional é comum, e uma mensagem pouco clara dá margem para milhões de interpretações. Enquanto não chegamos (se é que vamos chegar) no ponto da justiça estadunidense, a solução é fazer um material bacana, para que as pessoas aproveitem as interações e os espaços sem caírem em armadilhas por falta de malícia.

Será que é possível?

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Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

Comments (2)

  1. É, Felipe! Eu moraria nesse seu mundo também! Rs. Mas, se temos que escrever esses manuais, uma vez ouvi uma abordagem que achei interessante: que o “manual” seja uma forma de prevenir o funcionário de deslizes que podem abalar a imagem DELE como profissional, e não da empresa.

    O mundo real é esse: somos o que produzimos. Então, se o funcionário tiver qualquer problema nesse sentido em qualquer empresa, isso vai pegar mal também frente ao próximo empregador. Então, o manual que ele está recebendo é pensado para que ele seja um profissional melhor para o mercado; e não para que não saia falando bobagens sobre a empresa.

    Nunca tive a oportunidade de fazer um manual desses… rs. Mas quando estiver pronto, gostaria de ler o seu! =)

    Beijos!

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