25 de agosto de 2010 Felipe

Batendo recordes

Alguns já frequentavam esse distinto espaço quando fiquei enfermo na Alemanha. Só para relembrar, tive um revertério intestinal dos mais severos e precisei ir ao Hospital Universitário de Freiburg. Lá, um dos pontos altos da viagem, o diagnóstico mais rápido da história da medicina. Pedro Gomides foi testemunha e comentou sobre isso na época.

Jamais pensei que esse recorde poderia ser batido. Até hoje. Explico, estou com uma dorzinha chata na lateral da face e na garganta e, depois de amolecer um pouco a cabeça, fui ao hospital próximo daqui de casa. 25 minutos de espera e sou chamado pela médica de plantão. Gastei menos de dez segundos para explicar o que eu tinha. Em outros dez ela levantou, pegou um abaixador de língua, rasgou a embalagem. Tocou a madeirinha na minha boca e já disse: “Ihhhh, é sinusite”. Como assim? Já? Não perguntou mais nada, sentou e começou a escrever a receita. Juro, fiquei menos de dois minutos na sala. Em Freiburg, o Dr. Kerk gastou pelo menos quatro me examinando.

A letra da moça na receita e suas feições dizem claramente que “escárnio” deve ser seu nome do meio. Junte isso com os 201 reais que gastei em medicamentos e eu só torço para que ela não tenha feito nada de errado.

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Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

Comments (3)

  1. Luís Viégas

    Até eu daqui já sabia que, sem sombras de dúvidas, era sinusite!

    Na dúvida, tente encostar o queixo no peito, se doer (ou agravar) é certeza!

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