16 de agosto de 2010 Felipe

Cavaletes

[singlepic id=57 w=160 h=120 float=left] Decidi que minha “cobertura” das Eleições será diferente. Não vou falar do vice do Serra, nem das mensagens falando do passado da Dilma. Isso ai tem gente melhor e mais importante pra falar sobre.
Pra começar, vou discutir os candidatos que em pleno 2010, utilizam formas arcaicas de fazer campanha. Eu queria saber quantos eleitores decidem seu voto vendo cavaletes, recebendo panfletos ou sendo vítimas de carros de som de candidatos. Aposto que pouquíssimos.

Pessoalmente, tenho ódio dos cavaletes. Enfeiam a cidade, atrapalham a circulação e são colocados de forma ilegal na rua. Basta ver nas Regras do Jogo do TRE-MG. Cavaletes não podem atrapalhar a circulação das pessoas, ficar em jardins e eles devem ser retirados todos os dias após às 22h. Em um fim de semana em BH (e uma andada na avenida Paulista) vi tudo ao contrário.

Questionei o deputado Gustavo Valadares via twitter e ele foi enfático, dizendo que não é ilegal. Sei. Mesmo se não for, definitivamente não é uma boa prática. Da mesma forma que panfletos, faixas e mocinhas balançando bandeiras não são.

Existem outras soluções muito mais limpas, modernas e legais (nos dois sentidos). É só querer ser diferente.

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Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

Comments (4)

  1. paula

    Pois eu acho que vocês que tuitam deveriam aproveitar e encher esses políticos com posts com esse tipo de questionamento. Imagina se isso vira um “cala a boca, galvão” Vai ser o máximo!

  2. O mais legal seria a população tomar duas simples atitudes:

    1 – derrubar estes cavaletes ou removê-los das ruas. que direito estes canalhas têm de emporcalhar nossas ruas?

    2 – simplesmente não votar em nenhum destes trastes que sujam a cidade.

  3. André

    Ontem, vi um cavalete enorme no canteiro central da av. João Pinheiro em frente à Facudade de Direito. Bloqueava metade da passagem dos pedestres e deu uma puta vontade de atirá-lo ao chão, mas paguei pau.

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