28 de junho de 2010 Felipe

Dos promotores do porre

Em toda a festa metida a besta, virou moda o esquema de montar um bar de drinques. Barmans, alguns bons, outros nem tanto, saciando o desejo dos convidados por caipirinhas, capivodkas, vodka com energético e qualquer outra coisa que sua imaginação permitir. De vez em quando, gosto de me aventurar nesses bares, testando a imaginação dos profissionais do outro lado do balcão. Para isso, quando me perguntam o que quero,solto a palavra mágica: “Surpreenda-me”.

Nesse quesito, a melhor equipe disparada, foi a de uma festa na Mapa Digital. Fizeram todo o tipo de bebida imaginável, além de uma caipirinha “sólida” (entenda por cana mergulhada na cachaça). A imaginação era tamanha, que uma das bebidas foi batizada de “Chuck Norris”, tamanho o impacto nas nossas cabeças.

O sujeito da festa de sábado era pouco criativo. Vodka com coisas coloridas são legais, mas não propriamente inovadoras ou inesquecíveis. Vodka com soda, gelo e Curaçao Blue (ou lico de cassis, menta, você escolhe), faz a cabeça, mas não são diferentes.

Pensando melhor, pegando carona frase anterior, “bebidas comuns” podem ser inesquecíveis. Só depende da quantidade ingerida.

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Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

Comment (1)

  1. Bruno

    Cuidado com esse “surpreenda-me”…. pois um dia você pode ser surpreendido por um barman….

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