Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

Comments (3)

  1. paula

    Neste momento, a única coisa com a qual eu concordo é com isso:
    “… Nós estamos num estágio do direito muito mais avançado e o que mais a sociedade reclama é a efetividade da justiça, a certeza da pena. Muito mais importante do que ficarmos editando novas leis, prevendo novos tipos penais, novas modalidades de punição, é importante que tenhamos a certeza de que aquele infrator será efetivamente punido”, defende Alberto de Paula Machado, vice-presidente da OAB.

  2. Rodrigo

    Também achei muito bizarro quando li o post. Mas lendo a matéria achei só médio bizarro. Pelo que está escrito lá não seria tecnicamente um “novo tipo de pena”, mas sim uma opção do condenado pra reduzir a punição:

    “Mas a aplicação só poderia ser feita se o criminoso concordasse. Em troca ele teria redução de um terço da pena.”

    Ao invés de cesta básica ou pintar muros, tomar comprimidinho. Se eu fosse pedófilo toparia.

  3. Carol

    Alguns pontos importantes:
    – a castracao pode ser revertida?
    – seria realmente uma opcao?
    – ha efetividade na medida?

    Ainda esta muito cedo pra apoiar ou nao.. E a questao nao e so do direto, acho que o fundo deve ser e psiquiatrico.

    E so pra complementar, concordo plenamente com a Paula.

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