19 de fevereiro de 2010 Felipe

Carreira Curta

Presumo que teria uma curta carreira como piloto na aviação comercial, caso fosse essa a minha escolha. O motivo? Minha preguiça com gente folgada e que não segue as regras. Combinaria algum sinal com a equipe de bordo e eu seria avisado sempre que alguém levantasse antes da hora. Nesse momento eu frearia o avião.

Assim, só nos voos de ida e volta do Rio, aposto que eu derrubaria umas seis ou sete pessoas. Que parariam com essa mania idiota de não seguir avisos e praticar a ansiedade sem necessidade.

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Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

Comments (3)

  1. Eu acho que o passageiro que fizesse isso uma vez receberia uma ocorrência. Na segunda, suspensão de 3 meses sem viajar. Na terceira, banido eternamente de voar pela empresa. Claro que isso num mundo utópico, onde as companhias aéreas fossem extremamente lucrativas e pudessem se dar ao luxo de fazer isso.

    Uma coisa que eu não entendo é o desespero em tirar o cinto. Normalmente eu voo com o cinto atado 100% do tempo, e não sinto desespero algum para tirá-lo. De vez em quando saem notícias de pessoas que machucaram a cabeça no teto da aeronave em turbulências por estarem sem o cinto, e só me dá vontade de gargalhar.

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