4 de março de 2009 Felipe

1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer

1001 Discos

1001 Discos

Ganhei de natal o livro “1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer“, coletânea escrita por 90 jornalistas e críticos de música, indicando os melhores discos de cada década, partindo de 1950. No geral é uma seleção bem interessante, feita por gente que entende do assunto. Não significa que você tenha que ouvir todas as 1001 sugestões, mas é legal ver que artistas como Destiny’s Child e Justin Timberlake estão na lista.

O Chico Rulez também tem esse livro e baseado nele, resolveu ver quais discos recomendados ele tinha. Me senti tentado a fazer o mesmo e o resultado está aqui. Daqui pra frente a diversão vai ver quais gravações valem realmente a pena serem escutadas. 🙂

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Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

Comments (17)

  1. Terence

    Interessante. Meio óbvia (até fácil de se fazer, com tempo – pegue um punhado de artistas consagrados, selecione os melhores, e pronto, 80% da lista está pronta), com algumas boas surpresas (Psychedelic Furs rules) e alguns pecadilhos (mas essa é a parte mais relativa da história).

    Me dei ao trabalho de ver como estava, 212 discos yo los tengo (alguns em busca de uma vitrola, atualmente).

  2. Eu tenho a meta de ter todos. Só faltam 918… hehehehe. E eu acho que TODA entrada na lista é válida. Não dá pra morrer sem saber que por exemplo a Britney Spears existe. Nem que seja pra escutar o disco e falar “que bosta!”. Ela influenciou muita gente pra ser deixada de lado. E é sempre importante lembrar que o livro se chama “1001 discos para OUVIR ANTES DE MORRER”, não “1001 melhores discos de acordo com um tandigente”. Até com minhas bandas prediletas eu acho que ele é justo. Ninguém que não é fã de carteirinha de Pink Floyd precisa escutar mais do que o Piper At The Gates Of Dawn, Dark Side Of The Moon, Wish You Were Here e The Wall pra saber como é, só pra citar uma delas.

    E esse livro é muito criticado sem se levar em consideração a subjetividade do gosto de cada um. Acho que, de acordo com a proposta (de conciliar qualidade musical com influência de gerações com vendagem), ele é bem pertinente.

    • Felipe

      Chico, talvez tenha faltado clareza no que eu disse. Se eu ouvir algum desses discos e falar “que merda!” significa que isso não vale a pena ser escutado dali pra frente. Por isso citei, por exemplo, Justin Timberlake ou Destiny’s Child. São artistas que vários críticos gostam de falar mal, de maneira geral. Imagine se a meia-dúzia de pseudo-intelectuais que falam de música diariamente resolvessem compilar essa mesma lista. Aposto que metade dos discos seria diferente. E propositalmente obscura.

  3. Gabriel

    Acho q a previsibilidade conforme disse o Terence é verídica. 80% são os “medalhões”.
    Desanima um pouco, e sem querer ser chato mas, sem musica brasileira, eu não perderia meu tempo ouvindo mil e um albuns. Acho q esse fato não é bairrismo barato, mas sim um aspecto q tem q estar presente nesse debate!
    Cadê o Bezerra da Silva nessa lista porra?

  4. Diego

    Acho que essa discussão é muito mais profunda. Quem é conhecedor o suficiente pra conseguir conhecer TODA a música do mundo? A gente esquece da China e do Japão, que tem artistas que vendem 58854 bilhões de discos e que a gente nem sabe que existe porque cantam em línguas beeeeeem diferentes das nossas.
    Aposto que a lista de 1001 discos japoneses seria diferente.
    De fato, ela teria alguns dos “Medalhões”, que não são medalhões à tóa. Backstreet boys é uma merda? pra mim, sim, mas existem 10 milhões de menininhas que discordam. Música importante é a música que mexe com VOCÊ. E foda-se o mundo!:-)

  5. Terence

    Vejam bem… se são 1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer, podemos supor que devemos escutar pq: a. são os 1001 melhores b. apresentam toda a diversidade da música pop. Claro, não vamos conseguir nem uma coisa, nem outra. Mas, dentro das limitações, acho que teve medalhão demais. Dava para ser mais diverso sem ser obscuro. Um exemplo muito simples: não tem o Sandinista, do Clash. Digo, este disco preenche o critério qualidade com sobras e em 1980 era o punk se mesclando ao reggae, ska, dubs, etc. o critério histórico e de diversidade tb são bem atendidos. Mais que uma pá de outros na lista.

  6. Guilherme

    Levei fé na lista.
    Ia reclamar se não tivesse Green Day – Dookie como referência a se escutar, mas está lá e isso deixou a lista confiável, hehehe.
    Quanto a Justin Timberlake, acho válido incluir na lista discos que temos que ouvir para entender que, em alguns momentos da humanidade, a música quase foi para o saco.

  7. Gabriel

    Riquíssimo!
    Pero,
    Concluo em segunda análise q: deveria estar mais claro, para não parece um simples embuste barato q, a tal lista trata do apanhado da música POP apenas! Q inclusive muito se assemelha em termos tipográficos com a música da PQP. E não vou ouvir o Justin Timberlake, nem antes nem depois de morrer! Pois como diria um amigo filósofo: “Antes eu queria mudar o mundo, agora só quero conseguir sair dele com alguma dignidade”.
    E finalizo aqui o papo, doido pra tocar gasolina na fogueira, mas como disse o Diego, realmente o papo pode ganhar asas, uma vez q música em nosso planeta é uma coisa muito mais vasta do q esse livro seria capaz de dar conta.
    Belo post Felipe. Keep it up!!

  8. Paula

    Felipe, sabe que eu fiquei surpresa com o número de discos que eu já ouvi?! Isso não significa em hipótese alguma que eu seja velha, viu? Hehehehe
    beijocas

  9. Anderson Guedes

    Esculta os listados do The Verve, que nao da pra se arrepender. Tem rock de todos os estilos, algumas bandas nao ouço, mais essa, hj, faz parte da minha rotina. Apesar de conhece-la a tempos…

  10. Fernando Norte

    Para ajudar a você completar a lista:
    http://1001albuns.blogspot.com
    De vez em quando eu vou lá conferir algumas dessa lista.

    Para dar meus dois cents nessa discussão, acho que apesar de ter muita coisa que não valeria a pena mesmo ou que eu não seja do MEU gosto pessoal, é válido demais em grande parte. Vale considerar algumas coisas como:
    são 1001 discos de uma cultura POP que rodou o mundo, e todos tem sua importância para o bem ou para o mal, assim até Justin Timberlake valem, dado o contexto e influência da época. Eu mesmo acho que a maior parte dos trabalhos dos Beatles é uma bela porcaria – please não me crucifiquem, é gosto PESSOAL e como bunda todos tem, umas mais fedidas ou não – mas não posso negar a importância deles para o cenário pop e cultural MUNDIAL.
    É impossível alguém fazer uma lista dos 1001 albuns e não se discutir e ter a mesma reação de um bolo de gente.
    E atire a primeira pedra alguém que nunca ouviu algo desconhecido que achou ducaralho, e logo depois o negócio virou um Timberlake, Menudo ou tema de novela das oito e caiu no gosto popular e você fez BLERGH … ou escutava escondido.
    Todo mundo tem alguma coisa que curte e não se sente bem de contar que gosta.

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