14 de janeiro de 2009 Felipe

Big Brother Brasil

Big Brother virou pauta de gaveta, igual aquelas sobre as compras de natal, o movimento na rodoviária durante o mês de janeiro, os affairs de Luana Piovani e por aí vai. De hoje até o fim do programa, seremos recheados de blogs, matérias e o escambau sobre os participantes e o dia a dia na casa.

Não vou me esforçar pra acompanhar essa edição. No entanto, gostei demais de ver que tem um casal de idosos. Aposto que eles vão se dar bem, carnalmente falando, digo. De resto, parece que é a mesma coisa de sempre. Fortões, gostosonas (espero vocês nas próximas capas da VIP) e o Pedro Bial de sempre.

E vamo que vamo!

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Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

Comments (4)

  1. O betão taradão tá freaking out as meninas.
    O lado B é muito mais divertido.
    Vc viu que só pegaram os modeletes pra casa de vidro? Achei aquilo meio degradante. Zoológico mesmo: “vejam que belos espécies de ser humano”.

  2. Gabriel

    Mas já não seria basicamente só isso mesmo? “aquário de gente”? igual rinha de galo…

    O termo “degradante” é algo que se aplica a uma percepção que vai até muito além de apenas o fenomeno supracitado! Ter boa parte da mídia falando disso, como comenta o post, e em qualquer padaria, fila de banco, etc, só se fala disso… É assustador!

    Depois ninguem entende pq a babilônia está caminhando para um FIM! Crianças entrando em escolas com metralhadoras, hipocrisias comercialmente globalizadas, fumadores de crack, remédio pra dormir, remédio pra acordar, remédio pra trepar, remédio pra não trepar, BigBrother… etc…

    Tomei um Redbull antes de escrever o coment.

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