6 de janeiro de 2009 Felipe

Ah, o Rio de Janeiro

De volta ao batente após alguns bons dias no Rio de Janeiro, aproveitando a boa companhia, bons passeios, bebidas e comidas. Reveillon e farras à parte, é impressionante como a Cidade Maravilhosa nos reserva surpresas, boas e ruins, a saber:

Utilizei os serviços de transporte público, principalmente o metrô e a integração. Me atenderam plenamente. As tarifas são boas e o serviço, pelo menos pra mim, funciona bem. Ingenuamente, até achei que as obras de expansão para Ipanema, Leblon e Barra estavam adiantadas, mas não. O projeto é obsoleto e as obras estão atrasadas, para desespero dos cariocas.

Também tive muita sorte com os taxistas. Nenhum tentou me extorquiu ou deu voltas “perdido”. Meu tio não teve tanta sorte. Dividimos a turma em dois táxis para voltarmos da Mangueira. Paguei R$25,70 na corrida até Copacabana. Meu tio, que fez o percurso com o taximetro desligado, pagou R$50. “Mas amigo, eu paguei 25 reais pra ir”. “Pois é, mas de noite as coisas são diferentes”.

Aquela sensação de que os cariocas tentam te passar a perna, por vezes é verdade. Fomos jantar em Ipanema e o restaurante cobrava 12% de serviço. Resolvemos pagar só 10% e o garçom reclamou que estavam faltando três reais. Merreca por merreca, retrucamos falando que ele poderia cobrar no máximo 10% e a gente paga o quanto quiser. Como fomos pela porcentagem regulamentar e dividimos a conta um pouco pra cima, o restaurante ainda estava lucrando R$8,00.

Pegadinha do Mallandro: Caipirinhas em bares e botecos próximos a orla chegam a custar R$13,50. Paguei R$3,80 por um chopp no mesmo bar.

Pegadinha do Mallandro 2: Café da manhã na Confeitaria Colombo do Forte de Copacabana. As delícias não compensam o péssimo atendimento. Na verdade, nem o famoso café conseguimos tomar, porque não haviam pães, salgados e doces. Segundo a garçonete, os quitutes estavam em falta porque era dia 2, e eles não abriram nos dois dias anteriores.

Apelidei os vendedores de mate de “São Bernardos da Praia”. Aquele barril com mate gelado é campeão.


E realmente o Pão de Açúcar reserva uma das mais belas vistas do Rio de Janeiro. Compensou a fila para subir e descer de lá.

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Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

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