6 de outubro de 2008 Felipe

Dave Matthews no Rio de Janeiro

Compilação de alguns escritos sobre o show.

Definitivamente foi o show do ano! Valeu absolutamente todo o esforço do bate e volta. Pra começar, sou fã da banda desde o Rock In Rio. Naquela oportunidade estava no Rio de Janeiro e não consegui ir ao show por conta de uma terrível dor nas costas, fruto de uma viagem mal feita de ônibus para curtir o festival. Desde então, vivia com a ansiedade de esperar um show no Brasil. Quando fiquei sabendo da mini-turnê na América do Sul, comprei logo os ingressos, e aí era só esperar.

Chegado o dia, eu, Carol e Diego saímos às 12h30 num ônibus convencional da Cometa. Enfrentamos odores sortidos durante a viagem e chegamos às 18h45 no Rio. Pegamos um táxi* para o Vivo Rio. Depois do show, outro táxi* até o Galeão para pegar o vôo das 5h20 pra cá, com conexão em São Paulo. Cheguei em BH acabado, mas imensamente feliz.

Eu tinha conseguido credenciamento para cobrir o show pela Revista Ragga. Enquanto eu e Bruno Senna fomos nos credenciar, um amigo que trabalhava na produção colocou Carol e Diego no Meet & Greet com o Dave Matthews. Os dois voltaram encantados com o cara, e não é pra menos.

Nos encontramos para ver o show e tirando alguns malas que estavam ao nosso lado, posso dizer que foi uma experiência sensacional. O repertório foi fantástico, desde o começo com “Bartender”, a belíssima homenagem à Leroi Moore com “Stay or Leave”, os balões brancos da platéia (também em homenagem ao saxofonista) em “#41”. Tudo foi lindo e muito, mas muito mais rico do que assistir ao show em DVD ou ouvir algum dos discos ao vivo. Musicalmente falando, é impressionante como uma banda pode ser tão precisa e coesa, com um controle tão seguro de dinâmica, improvisações e convenções. O único problema foi o som, que não ficou tão bacana assim. Pelo menos de onde eu estava, do lado direito da casa, o som embolava quando o volume estava muito alto. Mas voltei pra casa com uma sensação gostosa, de ter visto um belo show, de músicos realmente gente boa*** e que estão ali por causa da música. Estava claro que até eles estavam à vontade e gostando da noite.

Torço de coração para que outro show por essas bandas não demore tanto.

* Graças aos amigos e parentes no Rio, não fui passado pra trás pelos taxistas. Na ida, táxi pré-pago na saída da rodoviária. Na volta, tele-taxi amigo no Flamengo. Total das duas corridas: R$47,00.

** Alguns males vem para o bem. Se tivesse trabalhando onde estava antes, estaria em um congresso em Fortaleza no dia e hora do show.

*** Esse mesmo amigo do Meet & Greet, conseguiu me colocar no backstage antes do show. Tive a oportunidade de bater uma foto com o Carter Beauford, que é um dos sujeitos mais simpáticos que já vi. Também ouvi da produção local que toda a banda e sua equipe são de uma educação e simpatia ímpares. Bom saber disso!

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Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

Comments (3)

  1. Eles curtiram os dois shows, acho que pelo que eles viram dá pra gente entrar na agenda. Qualquer produtor com meio cérebro sabe que dá certo. Arrisco dizer que daria certo inclusive aqui em BH!

  2. Diego

    Cara, só se que foi um ponto alto da minha vida.
    E quando falei que emoldurei o autógrafo dele não tava brincando não.

    Eu sou geek MESMO!
    HÁ!

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