16 de novembro de 2006 Felipe

Dance

Mesmo sendo um praticante da dança de salão e um entusiasta de grooves e black music, uma das coisas que eu jamais imaginaria fazer era gastar dinheiro dançando nas Pump It Up, aquelas máquinas de simulação de dança. Achava o ápice do rídiculo, ficar saltitando nas marcas coloridinhas no chão, com uma porrada de pessoas te vendo e dançando fora da brincadeira.
Ontem, no entanto, resolvi encarar a tal máquina. De fora, deve ter sido a cena mais cômica do ano. Um sujeito completamente descoordenado, tentando acertar as sequências em vão. Mas, devo dizer que é até divertido, embora cansativo. Depois de algumas músicas, parecia que eu tinha corrido uma maratona. O desempenho nem foi dos mais bizonhos, devo dizer. Tirei até uma nota “B”, um “C” e claro, uma porrada de “F”. Quem tava lá não me deixa mentir.

Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

Comments (4)

  1. Sa

    Divertido foi o momento em que dançaram você e o André. Vcs dois se segurando na barra pra não cair estava hilário, eu diria!

    Aposto que vcs dois dormiram com a música de Bethoveen na cabeça… Ou não! Ou como o André, dormiram feito anjinhos (também depois de tanto suar, do cansaço físico), sonhando vcs dois, só de calças e gravatinha borboleta, figurando no próximo videoclip da Madonna! 😛

    Valeu a noite! Além disso, assuma, foi divertidíssimo!!! 🙂

  2. Iza

    De verdade? Acho essas máquinas a tua cara, e apesar de todos os pesares que nos cerca, eu pude imaginar perfeitamente a cena, como se eu estivesse por lá.

  3. Guilherme

    Lamentável é que tem gente que acha
    que dominar aquilo ali é saber dançar.
    É a geração videokê.
    Mas faço questão que eles tenham uma
    chance de exposição em público para, na marra,
    aprender um pouco sobre a vida e a arte
    “não-mecanizada”.

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