15 de outubro de 2006 Felipe

Dos folgados desse mundo

E eu achei que já tinha conhecido todo o tipo de pessoa folgada no mundo. Que engano. Na quarta-feira dei carona pro top dos tops, ao que parece. Terminamos um ensaio e lá estava a figura, resolvendo um problema com a dona do estúdio. Perguntou para onde eu iria, porque estava a pé e teria que ir embora de ônibus. Sensibilizado, falei que levaria ele até a Savassi (point de BH, para os desavisados). Ele pediu cinco minutos para resolver a pendência. Demorou quinze. Entrou no carro, reclamou que não tinha som e falou um bando de besteiras. Ainda teve a cara de pau de pedir meu telefone emprestado, para falar com a namorada. Insistiu longamente, quando já estava em seu destino e ainda partiu com um seco obrigado.
É duro. Depois me chamam de ranzinza, mas que dão motivo dão!

Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

Comments (2)

  1. Por essas e outras que penso muito, muito mesmo antes de dizer pra ode estou indo ou oferecer carona.
    A gente até quer ser legal, o problema são os outros!

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