29 de agosto de 2011 Felipe

Quando o iPhone vence

Dois episódios vistos por esse que vos escreve, registrando momentos em que a tecnologia vence a humanidade. Ambos envolvendo mulheres e iPhones, ambos dentro de um voo da TAM.

A primeira aconteceu na sexta, durante o voo Congonhas-Brasília. Quando o comissário de voo solicitou que os aparelhos fossem desligados, uma moça colocou seu telefone em modo “Avião” da maneira hardcore: retirando o chip.

A segunda foi hoje, no trecho de volta. Uma moça não conseguia desligar o seu telefone. Chamou a comissária, e ela constatou que o slider estava travado. Para resolver o problema, a dona do aparelho cogitou tirar a bateria do mesmo. Não conseguiu, porque ela não deve ter freqüentado a escola do Macgyver. Aliás, amigos tarados pela Apple, me tirem uma dúvida: Dá pra abrir um iPhone e fechá-lo sem danos? Presumo que não.

Fiquei pensando: Qual é a porcentagem de pessoas que possuem e sabem utilizar 30% das funções de um iPhone? Isso serve para as moças que pensaram em soluções totalmente convencionais para aparelhos “pé de boi”. Será que elas precisam do aparelho ou decidiram comprar (ou ganharam da operadora) porque está na moda etc e tal?

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Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

Comments (3)

  1. Tenho um. Formalmente, tenho dois: o mais antigo, inútil devido à política agressiva de obsolescência-na-marra da Apple (as coisas não rodam mais após 2 anos, fica muito lento até mesmo mandar um SMS), foi para minha mãe, que queria acompanhar as mudanças de tecnologia mas é sábia e não ia gastar dinheiro comprando um iPhone. O novo eu uso muito, para me manter conectado com a empresa & as coisas pessoais o dia todo.
    Mas li o post e ia só comentar que, assim como as pessoas que “precisam” de um iPad, acho que pouca gente “precisa” de um iPhone. No fundo, se a pessoa souber sincronizar o mail com o Gmail já está bom. E o Facetime é uma grande sacada pós-Skype que me permite falar com os amigos espalhados pelo planeta sem ter que sentar no computador.
    A outra coisa que me ocorre é que as pessoas levaram uns anos para aprender a mandar SMS. A tecnologia está andando rápido demais em setores inúteis (setores úteis, como uma forma de manter a pizza quente no restaurante, não avançam). Então é preciso mesmo umas muitas gerações de “stupidphones” até que as pessoas se entendam com eles.
    PS, em tempo: tem um botão de OFF no iPhone. Qual o problema dessas duas moças do seu post? ;0)
    [maiores considerações no meu http://www.doppelganger.com.br]

  2. Fred

    Porque a pergunta foi endereçada às mulheres? Alimentamos essa impressão de que mulheres são sempre são menos ligadas a avanços tecnológicos (em especial os inúteis) que os homens, mas nem sempre é assim. To pegando no seu pé porque a pergunta podia ser endereçada a vários caras que eu conheço. Eu mesmo num entendo porra nenhuma de Iphones hehe.

    • Felipe

      Fred,

      Foram os exemplos que eu presenciei. Fossem dois homens, o exemplo seria o mesmo, mas com gênero diferente!

      Abraço!

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