8 de fevereiro de 2010 Felipe

A não-informação continua

Me espanta ver que em setembro de 2003 escrevi sobre a mesma coisa e a política não muda. A Globo, ao não citar nomes de empresas, acaba contribuindo com a não informação do público. Leia o post de 2003 e leia o que Victor Martins, o eficiente editor do Grande Prêmio, escreveu e tudo ficará claro.

E a política da “não informação” beira o ridículo. Para o jogo de domingo, contra o São Paulo, o Santos fechou dois patrocínios, sendo um de “uma empresa de cartões de crédito” (Visa) e de uma “fabricante de meias” (Lupo). Na Superliga de Vôlei, todos os outros veículos colocam os nomes “verdadeiros” dos times. Sada/Cruzeiro, Cimed/Florianópolis, Vivo/Minas e por aí vai. Menos a Globo, que transforma em Cruzeiro, Minas etc.

Resultado? Confusão e dúvida para quem lê ou só acompanha pela emissora platinada. Sete anos depois, a frase ideia continua a mesma: falar o nome de uma empresa dentro de uma matéria não é propaganda, é informação.

Aliás, só um último adendo. Se você só acompanha o globoesporte.com, pode ter certeza de que está perdendo tempo. 🙂

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Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

Comments (2)

  1. E a Volvo Ocean Race vira “Regata Volta ao Mundo”, com os barcos Estados Unidos 1 (Puma), Suécia 3 e 4 (Ericsson 3 e 4), Espanha Azul (Telefónica Blue) e Espanha Negra (Telefónica Black). Mais ridículo impossível.

    Um amigo do setor automobilístico me contou de uma propaganda da Red Bull que iria pro Estadão e pra Folha, mas acabou sendo cancelada:

    “Assista ao GP tal com os carros das equipes Red Bull e Toro Rosso. Domingo, dia tal, na RGT com narração de GB e comentários de RL e LB.”

  2. Gui

    Tipo, muito monga!

    E essa conduta da Globo é fundamentada em que? Algum principio estranho ou estancia “Só-publico-seu-nome-se-me-pagar”?

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