26 de dezembro de 2006 Felipe

De Joinville

Enquanto a turma não chega e não vamos pra praia, aproveito para escrever uma meia dúzia de bobagens, já preparando o espírito para o ano novo.
Sem maiores atrasos, conseguimos chegar em Joinville. O vôo atrasou somente meia hora em São Paulo e embora em terra o Fokker 100 estivesse parecendo uma sauna, a viagem transcorreu sem maiores problemas até essa bela cidade catarinense. Devo dizer que Joinville está uma bela sauna também. Calor e muita umidade, uma coisa horrorosa. Até agora, o lugar mais agradável e mais apropriado para a sobrevivência humana que visitei foi a seção de frios do supermercado. O Biergarten, restaurante local que tem ampla variedade de cervejas e comidas alemãs, vem em segundo, mas sinto que não deveria ter ido lá tão cedo. Explico: a culinária alemã, como todos vocês sabem, é uma das mais “robustas” que se tem notícia. Seja nos comes ou nos bebes. Para uma tarde abafada, é claro que uma cerveja desce bem. Mas o joelho de porco e o marreco, embora muito saborosos, desceram meio atravessados. A comida serviu como uma verdadeira âncora. Mas é questão de costume, suponho.
Vale dizer que o povo aqui também é bem bonito. Nessas poucas horas que estou na cidade, pensei em pedir a mão de aproximadamente umas 25 mulheres. Felizmente, a população masculina é escassa e desprovida de beleza.
Vamos ver como será na praia a partir de amanhã. Se esse meu “chassi de grilo” não esturricar, conto o resto depois.

Só um adendo antes de terminar. O curioso dessa história de atrasos e overbooking da TAM, é que agora todo mundo acha defeito e quer descer o pau na empresa. Antes da decolagem para São Paulo, duas comissárias terminavam os procedimentos de embarque e conversavam rapidamente. Foram precisos 34 segundos atá uma infeliz soltar um comentário do tipo: “Elas ficam aí rindo e conversando, mas o avião não sai do chão”. Já no aeroporto de Congonhas, em meio ao pesadíssimo tráfego aéreo, o comandante educadamente – e com um belo sotaque pernambucano – avisa que o atraso é decorrente do excesso de pousos e decolagens. 12 segundo depois, um passageiro fica esbravejando contra o fato de “ter pagado e estar passando calor aqui dentro com o avião parado”. Claro, não tiro a culpa da TAM, mas vamos com calma. Como eu sempre digo, segurar a onda é fundamental, né?

Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

Comments (4)

  1. Aqui no Recife, como já disse um amigo seu, é exatamente o contrário, pois haja terra com mulher feia…em um mês vi três, rs. Mas, pelo contrário, os homens são muito interessantes…beijo..e Feliz 2007!!!

  2. cara você está na minha cidade, primeira vez que vejo escrito num post que não seja o meu falando daqui….. realmente a comida alemã para esses dias de calor que tem feito aqui não são uma boa pedida não. Espero que tenhas uma boa estadia na cidade.

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