15 de outubro de 2006 Felipe

O dia que salvei um churrasco do fim

Como dizem, churrasco envolve música apropriada. Esse item é quase tão fundamental quanto a carne e a cerveja. Pessoalmente, gosto de colocar um samba e suas vertentes (do samba-rock ao pagode), um funk (não proibidão, de preferência). Às vezes, até um eletrônico se encaixa no clima. O que não rola, de jeito nenhum é colocar clássico e/ou Evanescence. E esse foi o caso do churrasco que estava. Evanescence bombando no máximo, três caras chacoalhando a cabeça e o resto dos convidados sentados.
A solução? Colocar um samba-rock. Emoção garantida, todo mundo arriscando uns passinhos e se divertindo.
Em tempo, nada contra música clássica ou Evanescence. Digo, talvez algo contra essa banda. Mas eu penso que em um evento onde o público é eclético, a solução é agradar a maioria, né? Mais a mais, não há papo que aguente uma mulher gritando junto de guitarras pesadas e distorcidas.

Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

Comments (3)

  1. Rômulo

    Pô felipe cade o espirito do Alamo ? Lembra ?
    nos que tinhamos duas guittarras bem pessadas, destorcidas e solos de Heavy Metal.. bom tudo bem que em um churrasco nao iria cair bem.
    mais a mulher do Evanescence gritando junto de guitarras pesadas e distorcidas e MUITO DOIDO!!
    Abraços…
    (^.^)romeu!

  2. Iza

    O mais interessante seria vero povo ouvindo o melancolismo do Evanescence depois de umas boas cervejas. Mas cê ta certo, no fundo o que todo mundo gosta mesmo, é de um bom samba.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *