30 de novembro de 2003 Felipe

É campeão!

Desde sexta eu vinha bolando um texto para o possível campeonato, mas troquei por esse texto, que saiu agora. Durante todo 2003, eu fiquei cético lembrando da tortura do ano passado. Naquela oportunidade, quando o time embalou e veio a ducha de água fria. Por isso, fui um dos poucos cruzeirenses que não saiu comemorando antes da hora. Eu não bordei estrelinha amarela na camisa e não gritei “É Campeão!” em todos os jogos.
Era meu lado “cético” tentando calar o lado “Oba-Oba”, responsável por promessa ridículas, caso o time falhasse na conquista da taça. Não vou falar da qualidade técnica do time, das rixas entre a imprensa mineira e paulista ou se o campeonato de pontos corridos é melhor ou não. Deixo isso pra outras oportunidades!

Só quero dizer que agora, depois de anos de espera, algumas batidas na trave e muitos (mas muitos mesmo) choros de tristeza, posso gritar que sou campeão brasileiro de 2003! Em tempo, quase perdi meus óculos no jogo e não sair pra comemorar na rua, mas isso é o de menos agora! Me dão licença que vou curtir um pouquinho da festa! 🙂

Felipe

Jornalista mineiro que mora em São Paulo. Interessado em fotografia, comunicação, esportes, música, mobilidade e bicicletas.

Comments (8)

  1. Cabeça, só achei estranho que teve pouca comemoração. Acho que foi a chuva. Talvez por medo de pegar uma gripe ou de borrar a maquiagem. 🙂

  2. Elaia… poderia, por algum milagre sermos nós, os santistas. Bom, mas tudo tem uma 1ª vez (comentario inútil).
    E hj em dia quero q esse jogares e times de futebol SE EXPLODAM, estou voltando a me empolgar com basquete, GO KNICKS, GO KNICKS, GO KNICKS!!!

  3. Felipe, olha o que aconteceu domingo: meu irmão conseguiu, com um amigo, um convite para ir à festa do Cruzeiro, no mesmo dia, no Ouro Minas. Ele ficou lá de 24h até as 5h! Todos os jogadores lá, mais o Luxemburgo… A camisa dele está toda autografada, sem contar a farra que deve ter sido. Só não morri de tanta inveja porque inveja não mata – ainda. Beijo.

  4. Nossa, mas deve ser fantástico mesmo, hein?
    Pagar pau pra uma moçada que ganha 1000 vezes o que seu pai jamais vai ganhar…

    Pro inferno comemorar com esse povo, moçada…
    O legal é levantar polêmica, fingir que isso é importante…
    Agora levar a sério? Bah, vão tomar banho…

    Aposto que esse cara guardou todos os guardanapos usados pelo Maldonado…

  5. Raphael

    É pessoal, o Galvão estava narrando o jogo lá do Rio, ele não estava aqui…isso está confirmado no caderno EM cultura de hoje.

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